Eu como Vereadora RJ pergunto: Taxa para quê?

Como vereadora RJ, eu preciso fazer meu dever e proteger nossos cidadãos.

Nesta onda de violência, deve-se, naturalmente, culpar o governo do Estado, o secretário de segurança e a polícia. Mas a Prefeitura do Rio tem também boa dose de culpa.  E entre as muitas parcelas de responsabilidade do prefeito nas questões ligadas à segurança pública, chama imediatamente atenção a precária iluminação das ruas. É óbvio que se trata de questão relevante no âmbito geral da vida dos cidadãos. Como todos sabem, ruas escuras são cenário perfeito para a ação de criminosos. Não que a iluminação de alto nível vá impedir que os bandidos atuem, mas, sem dúvida, contribui para criar uma sensação inicial de segurança e, ao mesmo tempo, facilitar o trabalho da polícia.

Tomei a decisão de obrigar a Prefeitura a, enfim, assumir suas responsabilidades, pelo menos nesta questão. Como vereadora RJ, eu estou vendo que Tramita na Câmara projeto de minha autoria que proíbe a cobrança de uma certa taxa municipal de iluminação pública, inventada há seis anos pelo próprio Eduardo Paes, e que, como todo mundo vê (ou não vê), não deu o menor resultado. Mas o cidadão está pagando. Religiosamente. A cobrança vem embutida no boleto da Light, que chega às residências com os valores do consumo de cada uma. Ou seja, quanto maior o consumo de energia dentro da sua casa, maior é o valor da taxa que a Prefeitura lhe toma para iluminar as ruas, sob o pomposo nome de Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip).

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Nao deixe de saber o trabalho da vereadora Rj Teresa Bergher como vereador ficha limpa que é a melhor opcao de na hora de votar.

Vereadora Rio de Janeiro RJ é a Teresa berhger no site

Só para este ano, a Prefeitura espera arrecadar cerca de R$ 290 milhões com ela.

O problema é que o Tribunal de Contas do Município descobriu que, em 2014, os recursos da Cosip – quer dizer o seu suado dinheiro – não foi usado somente para iluminar ruas, praças e demais logradouros públicos. Foi parar mesmo nos cofres da Light, que o utilizou para serviços como remanejamento da rede elétrica de residências, lojas e outros destinos, como instalação de radares de trânsito e até projetos de iluminação de áreas do Parque Olímpico, que, após as competições, reverterão para uso privado.

Para deixar as ruas mais claras e melhorar a segurança, portanto, só uma fração do dinheiro foi efetivamente aplicada. Então, para que a taxa?
Teresa Bergher é Veredora RJ e luta pelos direitos dos cariocas.

Author: gabinete

A professora Teresa Bergher começou a fazer política há 30 anos, ao lado de seu marido, o falecido deputado Gerson Bergher. Foi subprefeita de Copacabana e administradora regional da Maré. Em quase 12 anos na Câmara dos Vereadores, no terceiro mandato parlamentar, é reconhecida como a mais rigorosa fiscal da execução orçamentária do Município, o que gera muitas denúncias ao Ministério Público e à imprensa, como os desvios da OS Biotech, que atua na área da Saúde, em que os donos foram presos; o caso Tesloo; os contratos sem licitação da RioSaúde; a farra dos cachês para artistas; o aumento do custo da obra dos piscinões da Praça da Bandeira, apesar da diminuição da capacidade de armazenamento prevista inicialmente no projeto, entre tantos outros desmandos. Foi de olho nas contas públicas que Teresa passou a suspeitar de que algo ia mal no zoológico do Rio, pois os investimentos minguavam ano a ano, apesar de a verba destinada ao parque aumentar. Vistoria e denúncias da vereadora acabaram provocando a interdição do zoo, onde os animais eram mantidos em condições precárias. Membro da Comissão de Defesa dos Animais, a vereadora apresentou emendas ao orçamento para garantir mais recursos à Secretaria de defesa dos Animais e verbas para a Suípa. É de autoria de Teresa a lei que obriga a Prefeitura a vacinar cães contra a Leishmaniose. Como legisladora, é autora de várias leis relevantes, entre elas, a que criou o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar; a semana de luta contra o câncer de mama; a proibição do uso de água potável para limpar calçadas; a determinação de que banheiros de estabelecimentos comerciais sejam abertos ao cidadão; a lei que estabelece diretrizes para a inclusão de alunos com deficiência nas escolas municipais; a que proíbe a cobrança de ingresso no sambódromo para os ensaios técnicos; a que determina a divulgação na internet de todo o material apreendido pela fiscalização ou pela Guarda Municipal. Na luta pela ética parlamentar e contra os gastos excessivos de recursos públicos, foi a primeira vereadora a dizer não aos carros oficiais para vereadores. Teresa também se destacou ao cobrar na justiça a devolução do dinheiro gasto na ciclovia Tim Maia, construída e fiscalizada pelo grupo Concremat; a punição para os responsáveis pela obra, que desabou, levando à morte duas pessoas, e que as empresas do grupo sejam consideradas inidôneas. Levantamento do gabinete de Teresa Bergher também mostrou que uma das empresas do grupo da família do secretário de turismo é a responsável pela avaliação da qualidade do asfalto da cidade. Teresa foi a primeira presidente do Conselho de Ética; presidiu a Comissão de Direitos Humanos durante seis anos; e, atualmente, é membro da Comissão em Defesa dos Animais e do Consumidor. Líder do PSDB e vice-presidente municipal do partido, a candidata é conhecida por denunciar malfeitos e lutar por projetos e causas de interesse do cidadão, como a instalação do ar condicionado em todos os ônibus da cidade; a revisão da chamada "Racionalização das Linhas de Ônibus", que vem prejudicando a população; a circulação de mais coletivos à noite; e saneamento básico nas comunidades carentes.